quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Ações que os gerentes podem empreender para motivar seus funcionários


  • usar os pontos fortes de cada um;
  • proporcionar oportunidades de aprendizado;
  • tolerar os erros, principalmente  aqueles que são cometidos como fruto de criatividade, iniciativa e inovação;
  • envolver os funcionários no estabelecimento de  metas atingíveis;
  • fornecer  feedback logo após o termino de um serviço;
  • proporcionar desafios;
  • estimular os funcionários a sempre melhorar;
  • valorizar o trabalho e iniciativa;
  • permitir envolvimento e participação nas decisões;
  • proporcionar variedade de atividades;
  • delegar responsabilidades;
  • propiciar interação social;
  • envolver a todos em trabalho de equipe
  • ajudar os funcionários  a realizar mais;
  • dar reconhecimento pessoal;
  • ajudar a tornar o ambiente de trabalho interessante;
  • ajudar a pessoa a crescer e progredir;
  • solicitar e usar sugestões e ideais dos funcionários sempre que possível;
  • oferecer experiências diversificadas.


Aniversário de 5 anos do blog

Olá pessoal

Hoje é dia de festa o blog comemora 5 anos, isso mesmo no dia 09/10/2009 às 08:35 eu fazia meu primeiro post com o título: "afinal o que é e para que servem as dinâmicas de grupo?"

A ideia inicial era apenas a divulgação de dinâmicas de grupo mas aos
poucos fui entrando em outros temas e hoje em dia tem um pouquinho de tudo.

Estou orgulhosa e feliz com o crescimento do blog.
São 11166 acessos em 119 posts, isso é bom demais, é o resultado de algo que faço com carinho e dedicação.

Esse post é para agradecer a todos que dedicam um pouquinho do seu tempo para ler o que eu escrevo ou reproduzo.
Obrigada a todos pelo carinho e peço desculpas por não conseguir atender a todas as solicitações de matérias. Estou me organizando
para conseguir incluir mais conteúdo, tenho toneladas de tópicos para
pesquisar, para escrever e para compartilhar.

Espero que vocês continuem comigo nos próximos 5, 15, 50 anos....

OBRIGADA!!!!!!!!!!!!!



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

O Bambu Chinês


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente 5 anos - exceto o lento desabrochar de um diminuto broto, a partir do bulbo.
Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas... uma maciça e fibrosa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída.
Então, no final do 5º ano, o bambu chinês, cresce até atingir a altura de 25 metros.
Um escritor de nome Covey escreveu: "Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou anos.
Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará e, com ele, virão o crescimento e mudanças que você jamais esperava.
O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos, de nossos sonhos...".
Apesar de toda sua altura, o bambu chinês é capaz de curvar-se até o chão diante de um vendaval. No entanto, tão logo cesse o vento, ele se reergue e volta a ser majestoso como sempre.
Para efetivos resultados em nossas ações de cooperação, devemos sempre lembrar do bambu chinês, para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão.
Em nosso trabalho, inevitavelmente estaremos diante de projetos que envolvem mudanças de comportamento, de pensamento e de cultura.
Então, a exemplo do bambu chinês, tenha sempre dois hábitos: persistência e paciência, pois assim você alcançará tudo o que planeja.

Lembre-se que é preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar até o chão. (Autor Desconhecido)

domingo, 5 de outubro de 2014

Conflito de gerações

No dia 06/12/2011 escrevi um esboço de um artigo a pedido de um professor da Pós Graduação sobre algo que me incomodava. 
Hoje 05/10/2014 eu estava revendo meus arquivos, achei esse esboço e resolvi compartilhar com vocês.





Trabalho em uma empresa jovem, isso é 70% do quadro de funcionários tem a idade que classificamos como geração Y. Ultimamente tenho observado o comportamento dessa turminha e tem horas que adoro mas tem horas que odeio.
Esse grupo está provocando uma revolução silenciosa na forma de administrar e está provando que as normas do passado nem sempre funcionam.
Alguns os chamam de folgados, distraídos, superficiais, egoístas, insubordinados e sem foco outros os admiram pois eles são diretos, não pensam duas vezes, se algo incomoda falam na hora e se o emprego não satisfaz não se sentem constrangidos em simplesmente pedir demissão e ir em busca de outro “melhor”. Admiro isso neles e confesso que sinto uma certa inveja pois sou da época onde engolir sapos era a condição para “ser alguém na vida”. Já engoli, e ainda engulo tantos sapos, de todos os tamanhos todos os dias e ainda não cheguei a ser esse “alguém na vida” que meus pais e meus avós sempre disseram que eu seria se me comportasse como a sociedade exige.
Mas pelo menos um ponto tenho em comum com essa geração consigo fazer mil coisas ao mesmo tempo, verifico as postagens do facebook enquanto analiso uma planilha, respondo a e-mails enquanto falo ao telefone, converso com as pessoas e ao mesmo tempo planejo mentalmente quais serão as minhas atividades do próximo dia. A internet tornou-se  tão essencial quanto o oxigênio, não consigo imaginar a minha vida sem verificar minha caixa de e-mail, sem postar no facebook as bobagens do dia a dia, sem a previsão do tempo  ou a informação do trânsito. E olha quando eu era criança a TV era preto e branca, bom mas essa é outra história...
"Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."
  Voltando a empresa lá virou um fronte;  a geração Y quer impor sua vontade a qualquer custo já as demais gerações querem manter seus conceitos clássicos intocáveis e tentam manter a ordem através de ameaças, com a famosa “justa causa”. Eu como pedagoga e estudante de gestão de pessoas tento apaziguar os ânimos mas nem sempre consigo. Fico sem ação. Em alguns momentos penso que eles estão corretos pois defendem seus pontos de vista com afinco mas também acho que exageram quando quebram demais as regras tanto no comportamento como nas vestimentas.
Espero que com o aprendizado que estou adquirindo na Pós Graduação consiga fazer um intermédio melhor para essas gerações pois a tendência é vir mais e mais conflitos se não aprendermos a lidar e respeitar as diferenças.

                           
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